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XVIII Encontro Nacional de Geógrafos

Ata da Plenária Final do VIII Fala Professor - 09 a 12 de outubro de 2015

Ata da Plenária Final do VIII Encontro Nacional de Ensino de Geografia - Fala Professor: “(Qual) é o fim do Ensino de Geografia?” 

- Catalão/Goiás -

09 a 12 de outubro de 2015 

 

A Plenária Final do VIII Fala Professor foi realizada no dia 12 de outubro de 2015, com os seguintes pontos de pauta: 1. Avaliação do VIII Fala Professor; 2. Relatos e Propostas dos Relatos de Experiência (REs), dos Grupos de Trabalho (GTs) e da Plenária; 3. Prestação de Contas do Evento; 4. Propostas de Moções e Cartas; 5. Votação e definição da arte do XVIII Encontro Nacional de Geógrafos

 

1 – AVALIAÇÃO DO VIII FALA PROFESSOR

 

Eduardo (AGB Niterói) – considerou que o encontro foi positivo e que os debates que ocorreram nos diferentes espaços do evento (REs; GTs, Oficinas; Trabalhos de Campo; etc..) tiveram qualidade e produziram conhecimento, indo de encontro ao modelo das instituições científicas, onde as pessoas consomem ou são consumidas pelos eventos e estes só servem para serem registrados nos currículos; ao contrário o Fala Professor e os encontros da AGB servem para a formação política e pessoal dos participantes; reafirmou a necessidade dos  associados e envolvidos com a AGB ajudarem a resolver os equívocos e falhas encontrados no encontro, já que os trabalhos da AGB são construídos coletivamente, a partir do trabalho das SLs, principalmente; chamou a atenção para todos continuarem se organizando e que todos pudessem voltar para as suas SLs com força para a luta e organização no âmbito acadêmico, científico, político e popular, dimensões concretas do trabalho da AGB; por fim, ressaltou que a materialidade dos diálogos realizados durante o encontro deve ser amadurecida para o Encontro Nacional de Geógrafos.

 

Paulo (AGB Catalão) – trouxe uma avaliação da logística do evento e reforçou a necessidade da colaboração de todos para a realização do encontro; agradeceu aos alunos e professores da UFG – Campus Catalão que se desdobraram para dar conta do evento; considerou os percalços do evento, como por exemplo, a queda de energia no dia que temos uma atividade a noite; declarou que acredita ter atendido aos objetivos e propostas das RGCs onde o evento foi pensado e concebido e representando a SL Catalão, agradeceu a participação de todos; por fim, falou da necessidade de mapearmos pelo site do encontro a participação dos encontristas e as localidades de onde vieram para e se possível divulgar essa informação.  

 

Cleiton (AGB Cuiabá) – agradeceu pela oportunidade de participar do seu primeiro Fala Professor e ressaltou a certeza de ter acertado por ter vindo ao encontro já que estava muito satisfeito com as trocas de experiências que realizou; agradeceu a coordenação do evento e aos alunos e professores da UFMT pela participação; por fim, desejou que este evento se solidifique ainda mais.

 

Romário – elogiou a organização do evento e também a participação dos alunos e professores de Cuiabá; lembrou que o site do encontro ficou muito desatualizado e as informações demoraram muito a sair na home page do evento; indagou sobre a ausência da AGB Goiânia, primeiro pela história da SL e também pela proximidade de Catalão; ressaltou que todos os estudantes que estavam com ele reivindicaram os certificados para comprovação para as agências financiadoras, por exemplo, e reforçou a importância da publicação dos

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Ata 124ª RGC - Catalão, Goiás - 10, 11 e 12 de outubro de 2015

Ata da 124ª RGC - Reunião de Gestão Coletiva da AGB

- Catalão/GO -

10, 11 e 12 de outubro de 2015

 

Local: Universidade Federal de Goiás (UFG) - Campus Catalão. 

Seções Locais credenciadas: Vitória; Ituiutaba; São Luís; Belo Horizonte; Campinas; Cuiabá; São Paulo; Dourados; Juiz de Fora; Niterói; Porto Alegre.

Presentes: Ana Cristina Araújo Foli (SL Ituiutaba); João Vitor Freitas Silva (SL Ituiutaba); Cláudia Costa (SL Ituiutaba); Edson Ribeiro Garcia (SL Dourados); Paulo Roberto de A. Bomfim (SL São Paulo); Naiemer Ribeiro de Carvalho (SL Belo Horizonte); Rodrigo Tsuyoshi Takata (SL Cuiabá); Lisie Tatiane de Lima Wenceslau (Pró SL Rio CLaro); Raul Castro Brandão (SL Catalão); Leandro Praes Xavier da Silva (SL Belo Horizonte); Flávio P. Fernandes (DEN/ SL Vitória); Ricardo Antonio S. da Silva (SL Juiz de Fora); Jader A. da Silva Moreira (SL Juiz de Fora); Fabricia Costa Corrêa (SL Niterói); Eduardo Carlini (Pró SL Rio Claro); Renato Emerson (DEN/SL Rio de Janeiro); Caio Tedeschi Amorim (DEN/SL São Paulo); Rafael Henrique de Moura (SL Maringá); Lara Schmitt Caccia (DEN/SL Porto Alegre); Gláucia Oliveira da Silva (SL Cuiabá); Cilícia Brito (SL São Luís); Ronald Coutinho Santos (SL Niterói); Andréa Ketzer Ossorio (SL Porto Alegre); João G. Silva Carmo (SL Juiz de Fora); Mariana da Silva Lima (SL Campinas); Márcio Cataia (DEN/ SL Campinas); Thalismar M. Gonçalves (DEN/ SL Vitória); Natália Freire Bellentani (DEN/ Pró SL Rio Claro);

1. Abertura

Houve inversão das pautas da convocatória e foram feitos relatos de todas as comissões do VIII Fala Professor como primeiro ponto de pauta da RGC em todos os dias de trabalhos da 124ª RGC.

Relatos das comissões do VIII Fala Professor:

Trabalho de Campo (Catalão e Ituiutaba)

A organização e a partida dos ônibus ocorreram sem problemas.

Monitoria (Catalão, Cuiabá, BH e Pró Rio Claro)

Não houve articulação entre as SLs para discutir a inserção dos monitores das outras SLs nas atividades do evento. Esse problema gerou um descompasso entre os princípios históricos da AGB em relação a monitoria em seus eventos. Por outro lado, reconheceu-se o trabalho realizado pela SL Catalão em relação à monitoria e ao evento como um todo.

REs (Juiz de Fora, POA e Campinas)

Alguns provocadores e monitores não compareceram às salas dos REs. Apesar desse problema, os REs ocorreram com normalidade. 

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Moção de Repúdio da AGB- Sessão Local Belo Horizonte à atuação da Samarco SA e à sua blindagem pela mídia e órgãos públicos

UM PADRÃO DESTRUTIVO E NADA EVENTUAL

Por AGB-SLBH

Mesmo entendendo que neste momento o silêncio seria o mais respeitoso para com aqueles que estão sofrendo pela morte e lutando pela vida, julgamos, também, ser a hora de gritar para que essas lágrimas não tenham sido em vão. A lama tirou a vida de um número ainda indefinido de pessoas, deixou centenas desabrigadas e sem terra para cultivar, causou a mortandade de espécies da fauna e flora da região em níveis estratosféricos e afetou o abastecimento de água de milhares de pessoas. A lama continua a se movimentar e a destruição só aumenta.

Tem-se chamado de catástrofe ou de tragédia o rompimento de duas barragens de rejeitos de mineração da empresa Samarco S.A. que arrasou irreversivelmente o distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG). Porém, faltam termos para descrever a gravidade do acontecimento que estamos presenciando. Talvez colapso fosse mais apropriado. Catástrofe e tragédia são termos que expressam o choque, mas vêm sendo utilizados com intuito de fazer com que este evento ganhe um ar de eventualidade, de acidente. Nós preferimos chamá-lo pelo que é: um CRIME que expõe um padrão destrutivo presente na lógica minerária. Não foi acidente e é importante frisar isto, pois as responsabilizações devem acontecer.

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3ª Circular XVIII Encontro Nacional de Geógrafos - 2016

Caros agebeanos, 

Está disponível a 3ª Circular do XVIII Encontro Nacional de Geógrafos "A construção do Brasil: geografia, ação política e democracia", a ser realizado na cidade de São Luís (MA), entre os dias 24 a 30 de julho de 2016.

Discuta e divulgue o documento em sua Seção Local e contribua com a construção do ENG 2016.

Acesso o link abaixo e confira!

Saudações agebeanas!

Coletivo DEN 2014 - 2016

Attachments:
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Articulação Nacional de GTs Questão Indígena AGB - Moção de repúdio à aprovação do texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 215/00

Moção de repúdio à aprovação do texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 215/00

 Nós da Articulação Nacional de GTs Questão Indígena da Associação dos Geógrafos Brasileiros – AGB manifestamos nosso completo repúdio a aprovação do texto da PEC 215, realizada no último dia 27 de outubro pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados.  

As alterações previstas nesta PEC ferem frontalmente a Declaração de Direitos dos Povos Indígenas da Organização das Nações Unidas - ONU, a Convenção Americana sobre Direitos Humanos e também a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho - OIT, todas internalizadas e ratificadas pelo Estado Brasileiro, pois atingem os direitos e excluem os povos indígenas do processo de decisão sobre suas próprias vidas. 

A Constituição Federal de 1988 também é negada neste processo, visto que em seu Art. 67 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias fica estabelecido o prazo de cinco anos – a partir da promulgação deste conjunto de leis – para a União concluir a demarcação das terras indígenas. Com um atraso de mais de 22 anos na demarcação dos territórios reivindicados, agora os deputados comprometidos com os setores do agronegócio que promovem a violência e a barbárie no campo brasileiro, querem fazer valer a proposta de transferir com exclusividade para o Congresso Nacional a aprovação de demarcação das terras indígenas e a ratificação das demarcações já homologadas. 

A aprovação desta PEC, de imediato abala o equilíbrio entre os poderes executivo, legislativo e judiciário e sabidamente significará obstáculo à demarcação dos territórios reivindicados e a perda daqueles já retomados.  

Ademais, é necessário lembrar que apenas a partir da demarcação de suas terras é que os povos indígenas têm acesso a direitos reconhecidos sobre a educação, saúde, alimentação e fortalecimento de sua cultura de modo geral.  

Assim, convocamos todas as Seções Locais, Grupos de Trabalho, Diretoria Executiva Nacional da AGB e a comunidade Científica brasileira a se posicionarem frente a essa investida do agronegócio (proprietários de terras e grandes grupos econômicos nacionais e internacionais) que promove a continuidade do genocídio dos povos indígenas em nosso país.  

E, por fim, reforçamos nosso apoio incondicional a luta e resistência dos povos para assegurarem seus territórios originários.  

 

Articulação Nacional de GTs Questão Indígena - AGB

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